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POLÍTICA

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Rótulo: POLÍTICA BDS

 A política em Brejo dos Santos, Paraíba, passou por mudanças recentes com a eleição de Luciene (PSB) como prefeita no primeiro turno das eleições de 2024 .

 


Panorama Político Atual

 

- Eleição da Prefeita: Luciene, do PSB, foi eleita com 52,60% dos votos válidos nas eleições de 2024. Dr. Sandrinho (União) obteve 47,40% dos votos .

- Câmara Municipal: A cidade elegeu 9 vereadores para o mandato de 2025 a 2028. Alberison Alves (PSB) foi o candidato mais votado, com 758 votos .

- Composição da Câmara: A maioria dos vereadores eleitos é do PSB, com outros representantes do PDT .

 

Desafios e Perspectivas

 

- Concurso Público: A Justiça determinou a realização de concurso público para preencher cargos efetivos, visando reduzir as contratações temporárias consideradas irregulares .

- Transparência: A administração municipal deve garantir a transparência na gestão fiscal, disponibilizando informações detalhadas sobre a execução orçamentária e financeira .

 

A política em Brejo dos Santos está sujeita a futuras eleições e decisões administrativas que podem influenciar o cenário local.

Chico Mendes lamentou o episódio e garantiu que vai buscar restabelecer a paz dentro do grupo de situação.



O líder da base do governo na Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Chico Mendes (PSB), afirmou nesta sexta-feira (11), que vai atuar para acalmar os ânimos do embate entre o presidente do poder legislativo paraibano, deputado Adriano Galdino (Republicanos), e o deputado federal Gervásio Maia (PSB).

O clima entre as duas lideranças da base governista esquentou após Adriano criticar Gervásio publicamente durante a plenária do Orçamento Democrático em Riacho dos Cavalos, no Sertão do estado.

Em entrevista à radio Correio 98 FM, Chico Mendes lamentou o episódio e garantiu que vai buscar restabelecer a paz dentro do grupo de situação.

“Eu acho que o deputado Gervásio e também o deputado presidente Adriano Galdino têm suas rusgas, que a política ao longo do tempo leva. Não é nada que não seja superado. Vamos trabalhar para superar isso, que é o que interessa”, defendeu Chico.

A fala de Adriano durante a plenária do ODE foi direcionada pessoalmente ao deputado federal. O presidente disse que estava preocupado com o uso político do Hospital de Catolé do Rocha em favor de Gervásio. Segundo Galdino, apoiadores de Maia estavam no interior da unidade de saúde vestindo camisa com nome e imagem de Gervásio, “fazendo politicagem dentro do hospital”.

VEJA TAMBÉM

Galdino aponta “politicagem” de grupos ligados a Gervásio Maia em Hospital



CONFIRA O VÍDEO

O desabafo aconteceu durante audiência do Orçamento Democrático Estadual.


O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), fez críticas públicas ao deputado federal Gervásio Maia (PSB) e denunciou apoiadores do parlamentar de uso político do Hospital Regional de Catolé do rocha. O desabafo aconteceu durante audiência do Orçamento Democrático Estadual (ODE), nesta quinta-feira (10), na cidade de Riacho dos Cavalos, no Sertão paraibano.

O discurso de Galdino ocorreu na mesa de autoridades, diante do próprio Gervásio e do governador João Azevêdo (PSB).“É preciso que a gente compreenda, enquanto político, que um órgão público não tem dono. Um órgão público pertence ao governo, e no governo tem um comandante maior, que é o nosso governador João Azevêdo”, afirmou.

“Eu fiquei preocupado quando fui hoje ao hospital de Catolé, porque vi grupos políticos vestindo a camisa sua [de Gervásio] e fazendo política dentro do hospital. Isso, enquanto cidadão, eu não concordo. Sou contra esse tipo de comportamento. O hospital deve servir a todos e a todas, indistintamente. E o funcionário deve vestir a camisa da saúde”, disse o deputado.

CONFIRA O VÍDEO



Governador reage

Diante da situação, o governador João Azevêdo fez um apelo para que o foco do Orçamento Democrático fosse preservado. “Esse é o instrumento do Orçamento Democrático, pra gente não fazer disputa política, não é isso que nos interessa”, alertou João.



“A boa política aqui é a política do povo. Nós estamos aqui pra ouvir as pessoas, muito menos pra passar mensagens de cada um individualmente e muito mais pra ouvir a população. É pra isso que existe o Orçamento Democrático. Então é importante a gente ter essa consciência”, reagiu o governador.
Por: Redação 

instagram/politicajp



 



Na última quinta-feira, 3 de julho, a bancada da oposição não compareceu à sessão extraordinária para discussão e votação do Projeto de Lei 08/2025, do Poder Executivo de Brejo dos Santos, no Sertão da Paraíba.

O Projeto de Lei, aprovado pelos presentes, é autorizando abertura de crédito especial para aquisição de uma unidade móvel de odontologia através de emenda parlamentar do deputado estadual Caio Roberto (PL). A emenda é de 350 mil reais.


A oposição é composta pelos vereadores Aninha de Rômulo, Julinho de Maciel e Zé de Lena, todos do PDT.

O vereador Isauro Augusto, do PSB, não compareceu à reunião alegando problemas de saúde.

Por Taan Araújo

 AIJE em Brejo dos Santos entra na fase final com graves alegações contra a gestão municipal

imagem: reprodução/internet

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida contra a prefeita Maria Luciene e a vice-prefeita Raissa Shamia, de Brejo dos Santos, está em fase decisiva, prestes a ser julgada pela Justiça Eleitoral da 36ª Zona, em Catolé do Rocha. Na Réplica à Defesa apresentada recentemente, os autores da ação, Sandro Adriano e Jacinto Rômulo, reforçam as denúncias de supostas condutas vedadas durante o período eleitoral de 2024.


A réplica detalha diversos episódios e questiona a legalidade de atos administrativos, sugerindo que houve uso indevido da estrutura pública com fins eleitorais. A seguir, os principais pontos destacados no documento.


1. Aumentos salariais no período eleitoral

A réplica afirma que diversos servidores municipais receberam aumentos dentro do período vedado por lei, sem justificativas claras. Em vários casos:


Portarias que embasariam os reajustes não foram publicadas no Diário Oficial, o que, segundo a acusação, compromete a validade dos atos.


A documentação apresentada pela defesa, como escalas de plantão e contracheques, teria inconsistências ou não comprovaria a prestação do serviço alegado.


Há indícios, conforme sustentam os autores da ação, de que alguns documentos teriam sido possivelmente forjados ou preparados exclusivamente para a defesa, com repetição de atestados e ausência de assinaturas oficiais.


2. Contratações em período vedado

A AIJE também questiona a legalidade de diversas contratações realizadas nos três meses que antecederam a eleição, o que é proibido pela Lei nº 9.504/97, salvo em casos excepcionais.


A réplica aponta que muitas das admissões foram para funções já amplamente ocupadas por servidores efetivos e diaristas.


Há situações em que a justificativa da defesa — como substituições temporárias ou aumento de demanda — não seria comprovada por documentos oficiais.


Segundo a acusação, algumas contratações teriam ocorrido mesmo após o fim da suposta necessidade, o que levantaria dúvidas sobre seu real propósito.


3. Suposto uso eleitoreiro da máquina pública

Para os autores da ação, os reajustes e admissões demonstrariam uma possível tentativa de usar a estrutura da Prefeitura para angariar apoio político. A réplica cita:


Pagamentos que teriam beneficiado determinados servidores sem respaldo técnico ou contratual.


Contratações que, segundo a peça, ocorreram sem estudos de necessidade, sem urgência comprovada e sem critério técnico aparente.


Repetição de documentos para justificar situações distintas, o que poderia indicar fragilidade nas alegações da defesa.


4. Pedido final dos autores da ação

Diante do conjunto de argumentos, os autores da AIJE reiteram o pedido de:


Reconhecimento de abuso de poder político e econômico.


Configuração de condutas vedadas e possível captação ilícita de sufrágio.


Aplicação das penalidades cabíveis, como cassação dos mandatos e inelegibilidade das investigadas.


População aguarda desfecho

Com a AIJE em fase final e a sentença próxima de ser proferida, a população de Brejo dos Santos acompanha atenta o andamento do processo. O julgamento poderá ter impacto direto no futuro político da cidade e reacende o debate sobre o uso ético dos recursos públicos em períodos eleitorais.   

Veja documento:

https://drive.google.com/file/d/1ASCcHaHb4Hn-1t2ths0swyIoHXGzdW7g/view?usp=sharing


O blog seguirá acompanhando o caso e trará as atualizações assim que a Justiça Eleitoral se manifestar.

FONTE/CRÉDITOS: Assessoria Da Redação

Por: Midia BDS

 

imagem:reprodução/internet

A AIJE que tramita na Justiça Eleitoral contra a prefeita reeleita de Brejo dos Santos, Maria Luciene de Oliveira Almeida  encontra-se em fase final, aguardando sentença do juiz eleitoral da 36ª Zona. A ação foi proposta pelos candidatos da oposição, Sandro Adriano e Jacinto Rômulo, e aponta supostos abusos de poder político e econômico nas eleições de 2024.


Após a apresentação da petição inicial com farta documentação e denúncias de contratações ilegais, aumentos salariais seletivos e distribuição de benefícios sociais em ano eleitoral, a prefeita e sua vice apresentaram defesa negando todas as irregularidades e alegando que os atos administrativos seguiam a legalidade e a rotina da gestão pública.


Principais argumentos da defesa

A defesa, assinada pelo advogado Lincoln Mendes Lima, sustenta que a AIJE é uma “aventura jurídica” sem base legal concreta. Os pontos principais levantados são:


1. Aumentos salariais em ano eleitoral

A defesa nega que tenha havido revisão geral de remuneração, o que é vedado pela Lei Eleitoral. Segundo os advogados, os supostos aumentos citados na inicial referem-se a situações pontuais e justificadas:


Plantões médicos remunerados com base em carga horária;


Aulas extras de professores substitutos;


Gratificações legais, inclusive com base em portarias e funções específicas;


Adicionais de periculosidade ou quinquênios adquiridos por direito.


A defesa cita nominalmente servidores como Iranildo da Silva Bispo, que teria recebido adicional de periculosidade por decisão judicial, e Divaneide Ferreira, médica com plantões noturnos e finais de semana documentados.


2. Contratações em período vedado

Alega-se que todas as contratações seguiram necessidade de serviços essenciais e foram sustentadas por documentos como contratos, escalas de plantão e fichas financeiras. Apresentam-se justificativas para servidores da saúde, educação e assistência social. A defesa ainda argumenta que não há provas de finalidade eleitoral nas admissões.


3. Demissões pós-eleição

A defesa afirma que não há evidência de perseguição política ou demissão em massa com viés eleitoral. Sustenta que houve encerramento de contratos por término natural ou exoneração voluntária.


4. Distribuição de benefícios sociais

A defesa afirma que os benefícios entregues, como cestas básicas, estavam previstos no orçamento de 2023 e 2024, com base em leis municipais. Apresenta documentos como a Lei LOA, QDD, e notas de empenho, além de atos normativos estaduais e federais para embasar a política de assistência.


Segundo os advogados, os repasses seguiram programas sociais regulares, não havendo indício de direcionamento para eleitores em troca de votos.


5. Utilização de servidores para fins eleitorais

A defesa considera a acusação infundada, pois não se comprovou, segundo eles, uso irregular da máquina pública para propaganda política.


Conclusão da defesa:

A prefeita pede a total improcedência da ação e afirma que os documentos apresentados demonstram ausência de ilicitude, além da inexistência de dolo eleitoral. Ressalta ainda que todos os atos administrativos ocorreram dentro da legalidade e que os opositores estariam tentando reverter no Judiciário o resultado das urnas.

Veja documento:

https://drive.google.com/file/d/1nCCOKfz1AEs1ZoOr9wm65_4Nyn4VXHIC/view?usp=sharing

FONTE/CRÉDITOS: Assessoria Da Redação

Por: Midia BDS

 

AIJE de Brejo dos Santos se aproxima da sentença: entenda os principais pontos da acusação

(Foto: Imagem ilustrativa/Reprodução)

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que tramita contra a prefeita reeleita de Brejo dos Santos, Maria Luciene de Oliveira Almeida, e sua vice, Raíssa Shamia, está em sua fase final e prestes a ser julgada pelo juiz da 36ª Zona Eleitoral de Catolé do Rocha. A ação foi ajuizada por Sandro Adriano e Jacinto Rômulo, candidatos da oposição, com graves acusações de abuso de poder político e econômico.


Segundo a petição inicial, a prefeita teria utilizado a máquina pública de forma deliberada para favorecer sua campanha à reeleição. A acusação aponta principalmente quatro frentes de irregularidades:


1. Aumentos salariais seletivos e em ano eleitoral

Servidores com vínculos precários (contratados ou comissionados), e também efetivos, teriam recebido aumentos expressivos e desproporcionais em plena campanha eleitoral, sem justificativa funcional ou legal. A petição alega que muitos desses servidores declararam apoio público à candidatura de Luciene, indicando uma troca direta entre benefícios financeiros e voto.


2. Contratações ilegais em período vedado

A ação detalha a contratação de pelo menos 30 pessoas entre julho e outubro de 2024 — período vedado pela legislação eleitoral — sem justificativas legais ou comprovação de necessidade urgente. Há registros de que vários desses contratados também demonstraram apoio político nas redes sociais à candidata.


3. Demissões por perseguição após o pleito

A petição relata a exoneração de quatro servidores que, após declararem apoio à oposição, foram sumariamente desligados, mesmo com vínculos temporários firmados até o fim do ano. A acusação alega que essas demissões configuram retaliação política e violação à impessoalidade administrativa.


4. Uso de servidores para fins eleitorais

Também foram apontados casos em que servidores públicos teriam sido mobilizados para reforçar atos e eventos de campanha, o que é vedado pela Lei Eleitoral (art. 73 da Lei 9.504/97).


Segundo os autores da ação, o conjunto dos atos demonstra um padrão de conduta voltado à manipulação da estrutura administrativa para garantir a vitória eleitoral, comprometendo a isonomia do pleito. Vários documentos, imagens, registros do SAGRES e perfis de redes sociais foram anexados para comprovar a tese.

Veja documento:

https://drive.google.com/file/d/1fjRMh01F9T59WJFdpF_0p1yC6BnjU69h/view?usp=sharing


FONTE/CRÉDITOS: Assessoria

Por: Midia BDS






Bastidores do GGPBS: Tribunal de Contas da Paraíba emitiu alerta para 178 municípios sobre excesso de contratações, o limite permitido é de até 30% em relação a folha de efetivos. Brejo dos Santos está nessa lista com 210 contratados, perfazendo 79,50% em relação aos efetivos que são 264. O tribunal deu o prazo de 30 dias para os municípios apresentarem um plano de redução de contratações temporárias, além de assinarem um pacto de adequação de conduta técnico-operacional. O plano deverá conter o diagnóstico das necessidades de pessoal e estratégias de regularização, tais como a realização de concurso público.

O presidente do TCE-PB, conselheiro Fábio Nogueira, destacou que o uso indiscriminado de contratações temporárias fere o princípio do concurso público e compromete a qualidade da gestão pública. “É preciso garantir o caráter excepcional dessa forma de contratação, como exige a Constituição. O Tribunal está atento e continuará atuando com firmeza para assegurar o cumprimento da legalidade e a valorização do servidor efetivo”, afirmou.

O TCE-PB reforça que as contratações temporárias devem ocorrer apenas para atender a necessidades excepcionais e de forma justificada. A prática reiterada, segundo a RN-TC 04/2024, configura burla ao concurso público e afronta aos princípios constitucionais do acesso ao serviço público por meio do mérito.

O não cumprimento das determinações poderá levar à emissão de parecer prévio contrário à aprovação das contas, aplicação de multas e envio de representação ao Ministério Público Estadual, Federal, Trabalhista e Eleitoral

 

Há pelo menos cinco ou mais dias sacolas de lixo estão espalhadas no meio da rua e até em frente à prefeitura existe lixo



Moradores de Brejo dos Santos, reclamam de problemas com a coleta de lixo em toda a cidade. O resultado foi o acúmulo de lixo doméstico nas ruas e avenidas que tem causado muitos transtornos à população. Os resíduos atraíram urubus por causa do forte mau cheiro. 

Sacolas de lixo espalhadas por toda parte, sujeira que se fez perder de vista os canteiros centrais na porta das casas e nas calçadas. A cena foi registrada em pleno centro da cidade de Brejo dos Santos, na manhã de segunda-feira (28) e se se repetiu em diversos bairros.

O problema com a coleta de lixo em Brejo dos Santos, fez surgir uma imagem incomum no município. Há pelo menos um mês  que tá com esses lixo antes da política  sacolas de lixo estão espalhadas no meio da rua. Segundo os moradores, como a coleta não está sendo feita, os animais reviraram o lixo, o que fez com que a sujeira se espalhasse mais rápido. Um dos bairros mais afetados foi o 
Alto do Cruzeiro, onde vivem mais de 800 famílias, no Alto do Cruzeiro.

Funcionária é impedida de entrar em local de trabalho e acusa prefeita de perseguição, em Brejo dos Santos 

veja vídeo


Um vídeo começou a circular nas redes sociais nesta segunda-feira, 28 de outubro, onde uma funcionária, identificada como Delma Figueiredo, acusa a prefeita de Brejo dos Santos, no Sertão da Paraíba, Luciene Almeida, do PSB, de perseguição.



Segundo Delma, ela é concursa há cerca de 13 anos como zeladora da Prefeitura Municipal de Brejo dos Santos, porém, quando chegou nesta segunda-feira para cumprir a sua função, o local estava com uma corrente com cadeado, a impedindo de entrar para fazer o seu papel.


Delma ainda afirma, no vídeo, que desde 2012 vem sendo perseguida por Luciene, época em que a gestora era primeira-dama do município, pois é esposa do ex-prefeito Dr. Luiz Vieira. Ela também diz que a prefeita a persegue simplesmente por não ter votado em sua pessoa, que disputou as eleições municipais de 2024 e foi reeleita à frente do Poder Executivo.


Delma ressaltou que vai procurar um advogado para garantir os seus direitos. Fica aberto espaço para defesa da prefeita Luciene.

 

 



A comunidade rural Sossego de Agostinho Chagas, na zona rural de Brejo dos Santos, já recebeu quase R$ 500.000,00 (meio milhão de reais) em benefícios para os seus moradores por meio da Associação Comunitária Rural local, que tem como presidente o vereador Sueldo Miranda.

Podemos citar:

• R$ 300.000,00 (trezentos mil reais): trator com grade aradora - Emenda Impositiva do então deputado federal e hoje senador Efraim Filho;

• R$ 73.000,00 (setenta e três mil reais): construção de cisternas - parceria: Projeto Cooperar, Governo do Estado e Associação Comunitária;

• R$ 100.000,00 (cem mil reais): emenda do deputado estadual Gilbertinho, para compra de implementos agrícolas.

"O Grupo Escolar, construído na década de 70, segue sendo a única Obra realizada e entregue pelo município à Comunidade do Sítio Sossego de Agostinho Chagas", disse Sueldo Miranda.

Por Taan Araújo, Folha Brejo-Santense

 



No dia 6 de outubro, ou seja, daqui exatamente um mês, ocorrerá as Eleições Municipais de 2024, onde as cidades brasileiras escolherão o seu prefeito, vice-prefeito e os vereadores.

BREJO DOS SANTOS

Em Brejo dos Santos, no Sertão da Paraíba, os eleitores escolherão, entre 17 pessoas (divididas em dois partidos: PSB e PDT), os 9 vereadores que estarão fazendo parte do Poder Legislativo no quadriênio 2025-2028.

CANDIDATOS PELO PSB

• Alberison Alves (reeleição)
• Célia de Ivo (reeleição)
• Isauro Augusto
• Leidismar de Bunzumbão (reeleição)
• Lena da Timbaubinha (reeleição)
• Noinho (reeleição)
• Ralin
• Sunara Borges
• Vilar Guedes

CANDIDATOS PELO PDT

• Bem de Livaci
• Ildenis Targino
• Irná da Timbaubinha
• Julinho de Marciel
• Leolina Maria
• Tatinha (reeleição)
• Zé de Lena (reeleição)

Por Taan Araújo, Folha Brejo-Santense 

 



O PDT (Partido Democrático Trabalhista), da cidade de Brejo dos Santos, no Sertão paraibano, apresentou 8 (oito) candidatos a vereador, esses com suas candidaturas já deferidas pela Justiça Eleitoral.

Conforme o blog Folha Brejo-Santense apurou no sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais, do Tribunal Superior Eleitoral, os postulantes já receberam recursos financeiros do Fundo Eleitoral.

Cada candidato recebeu R$ 5.000,00 da Direção Estadual/Distrital do PDT, valor para financiamento de despesas durante a campanha.

Candidatos pelo PDT no município:

• Aninha de Rômulo
• Bem de Livaci
• Ildenis Targino
• Irná da Timbaubinha
• Julinho de Marciel
• Leolina Maria
• Tatinha (reeleição)
• Zé de Lena (reeleição)

FUNDO ELEITORAL (Fonte: Wikipédia)

"O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), mais conhecido como Fundo Eleitoral ou Fundão, é um fundo público destinado ao financiamento de campanhas eleitorais de candidatos políticos estabelecido pela lei nº 13.487, de 6 de outubro de 2017, considerada uma minirreforma eleitoral".

Por Taan Araújo, Folha Brejo-Santense

 



Conheça Leolina Maria - n° de campanha: 12120

Nome completo: Leolina Maria Carneiro da Costa
Data de nascimento: 08/11/1977 (46 anos)
Profissão/ocupação: Psicóloga

Leolina Maria já disputou alguma eleição anteriormente?

Não. A referida candidata nunca disputou uma eleição.

Leolina Maria é filiada a qual partido?

A candidata é filiada ao PDT (Partido Democrático Trabalhista), partido esse representado pelo o número 12.

Qual o patrimônio declarado por Leolina Maria?

R$ 142.000,00, valor referente a quantia em dinheiro e casa residencial financiada, segundo informado ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Quais candidatos a prefeito e vice-prefeito que a postulante apoia?

Leolina apoia a chapa de Dr. Sandrinho (UNIÃO) e Rômulo Guedes (REPUBLICANOS), candidatos a prefeito e vice-prefeito, respectivamente.

Por Taan Araújo, Folha Brejo-Santense
Foto: DivulgaCand - TSE

 



A prefeita Luciene Almeida, que disputa sua reeleição nas Eleições Municipais de 2024 na cidade de Brejo dos Santos, no Sertão da Paraíba, recebeu 60 mil reais do Fundo Eleitoral para financiamento de despesas durante a campanha.

O valor veio por meio da Direção Nacional do PSB (Partido Socialista Brasileiro), esse que Luciene é filiada, segundo apuramos pelo sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse valor representa 100%, até a manhã desta terça-feira, 3 de setembro, de doações recebidas pela referida candidata.
Luciene tem como candidata a vice-prefeita Drª Raissa, do PL.

FUNDO ELEITORAL (Fonte: Wikipédia)

"O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), mais conhecido como Fundo Eleitoral ou Fundão, é um fundo público destinado ao financiamento de campanhas eleitorais de candidatos políticos estabelecido pela lei nº 13.487, de 6 de outubro de 2017, considerada uma minirreforma eleitoral".

Por Taan Araújo, Folha Brejo-Santense

 


O presidente da Câmara Municipal de Brejo dos Santos, o vereador Rômulo Guedes confirmou nesta segunda-feira, 02, ao Blog do Taan Araújo, que estará saindo do PSD (Partido Social Democrático).

Conforme informações repassadas pelo parlamentar, ele irá filiar-se ao PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), partido ligado ao atual prefeito da cidade, e que tentará sua reeleição.

Em 2016, Rômulo Guedes foi candidato pelo PSD, obtendo 574 votos, sendo o segundo candidato mais bem votado naquela eleição.


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